Barbearia
Sábado a gente abre às oito e até as nove as três cadeiras já estão cheias. Quem não gosta de esperar manda mensagem hoje e marca o horário. Quem não se importa senta, pega um café e conversa.
Sexta, 17h
Quatro posts por semana no Instagram do seu negócio, no dia e no horário combinados. A imagem é montada aqui, a legenda é escrita aqui — e a data de cada post fica marcada antes de o mês começar.
Um perfil que não parou. Nove posts seguidos, na ordem em que saíram. Exemplo montado aqui. Escolha o jeito mais parecido com o seu.
Não é preguiça. É que a semana engole.
Você começou às sete. Às nove o dia já tinha mudado de plano duas vezes: uma coisa atrasou, alguém faltou, e o resto virou correr atrás. No meio disso você lembrou do post. Pensou: deixa pra depois. Aí o dia acabou, você chegou em casa e dormiu. O post é sempre o primeiro a ficar pra depois, porque é a única coisa que ninguém está esperando na sua frente. E depois nunca chega.
A pessoa que te segue não acorda decidida a comprar. Ela acorda com o dia dela. Um dia acabou a ração, um dia o dente começou a doer, um dia o cabelo passou do ponto, um dia ela decidiu que ia mesmo aprender aquilo. É nesse dia que ela resolve. E antes de procurar, ela lembra. Se ela lembra do seu nome, o seu é o primeiro que ela procura.
Um post sozinho não faz isso. Ele passa numa tarde qualquer, num dia em que ela não precisava de nada seu. Ela vê, acha bonito, segue rolando e esquece. A repetição é que faz o trabalho: aparecer quatro vezes por semana é ter coisa sua de ontem, da semana passada e do mês passado. E isso não traz gente nova — quem não te segue continua não te vendo. O que a repetição faz é você não sumir da cabeça de quem já te achou.
A conta é por ano. Quatro por semana dá 16 por mês. Dezesseis por mês dá 192 posts no ar em um ano, todos com a cara do seu negócio. Não precisa esperar um ano pra valer: cada semana já conta. Só que quanto mais tempo passa, mais a conta cresce do seu lado.
Alguém indicou seu negócio numa conversa. A pessoa pegou o celular ali mesmo e abriu seu perfil. O último post é de março. Ela olha a data e pensa: será que ainda existe? Será que ainda está aberto? Será que ainda faz isso? Aí ela procura outro.
Quem abre vê um negócio funcionando esta semana.
sem post novo
há meses
As mesmas fotos continuam lá. Só que velhas.
A data ali em cima fala por você. Quem já te conhece releva; quem chegou agora não tem como saber a diferença entre um negócio ocupado e um negócio que fechou. Isso não se resolve com talento, nem com inspiração, nem com ideia genial. Resolve com rotina — e rotina é a única coisa da sua semana que dá pra passar pra outra pessoa.
Um número seu. O resto é conta.
meses sem post novo.
Nesses 6 meses caberiam 96 posts seus. Nenhum saiu.
Cada quadrado é um post que caberia ali; cada grupo de quatro é uma semana, cada linha é um mês. Conta de guardanapo, não promessa: é o que a grade teria publicado nesse tempo.
Cada quadradinho é uma semana.
Postou o ano inteiro. 52 cheias.
Em qualquer dia que alguém abrir o perfil, tem coisa da semana.
Parou em março. 13 cheias, 39 vazias.
O negócio continuou aberto o ano todo. O perfil não contou isso.
A diferença entre os dois quadros não é talento. São 39 semanas.
São 192 posts no ar dentro de um ano. Nenhum deles dependeu de alguém lembrar num dia corrido: saíram quatro por semana, no dia e no horário combinados.
São 16 por mês, em 12 meses. A semana não cai redonda no mês — por isso 192, e não os 208 de 52 × 4.
Os posts saem, a semana passa, e por fora está tudo igual. Na quarta semana você abre o perfil, vê dezesseis posts no lugar e acha que não mudou nada. É nessa semana que você ia parar — e é aí que a gente também pararia, se dependesse de lembrar.
A gente posta na quinta semana do mesmo jeito. E na trigésima. Quem abrir o seu perfil em setembro vê um negócio funcionando, e quem já segue viu ele passar toda semana até lá.
Os dezesseis posts são o resultado. O que a gente vende é a data marcada antes de o mês começar.
Um post bom você tira num domingo de disposição. O difícil é o mês inteiro: a semana em que a entrega atrasou, alguém faltou e a agenda não abriu — e mesmo assim o post sai na terça, às onze.
Toda semana, sentar e fazer um post disputa espaço com o cliente na sua frente, o pedido de hoje, a conta que vence amanhã. Nessa disputa o post perde, e perde certo: quem tem gente esperando atende quem está na frente.
Uma grade montada de fora — os dezesseis dias e horários do mês, marcados antes de o mês virar — não perde essa disputa porque não entra nela. Chegou terça, não tem nada pra decidir: a foto está pronta desde a semana passada, a legenda também, e o horário foi combinado com você lá atrás.
É isso que os R$200 compram: dezesseis posts por mês, com a data de cada um marcada antes de o mês começar. A disciplina é a nossa parte. A sua é tocar o negócio.
Nada aqui é decidido no susto. É o que faz a terça acontecer sem depender de como foi a sua semana — e sem depender de você lembrar.
Por que quatro por semana? Não é chute nem preguiça: é o que um time pequeno mantém todo mês com alguém lendo cada peça antes de ir ao ar. Dá um post a cada dois dias. Menos que isso e o perfil volta a parecer parado.
Três posts de exemplo, escritos aqui, de três negócios diferentes. Um vende corte de cabelo, outro limpeza e canal, o terceiro manda uma caixa pelo correio todo mês. O que eles têm em comum é que não foi o dono que lembrou de postar.
Barbearia
Sábado a gente abre às oito e até as nove as três cadeiras já estão cheias. Quem não gosta de esperar manda mensagem hoje e marca o horário. Quem não se importa senta, pega um café e conversa.
Sexta, 17h
Consultório odontológico
A agenda de outubro abriu hoje de manhã. Os horários antes das nove são os primeiros a fechar. Se você prefere vir cedo, é melhor escolher agora. Quem só faz a limpeza do ano manda mensagem que a gente encaixa.
Terça, 8h
Clube de assinatura
A caixa de novembro fecha na sexta. Dessa vez vão dois pacotes de 250 gramas em vez de um, torrados na semana em que a caixa sai. Quem assinar até sexta pega esta; quem deixar passar entra na de dezembro.
Quinta, 19h
As imagens desta página são exemplos montados aqui.
O horário, o dia em que a agenda abre, o que vai na caixa: isso vem da conversa com o dono. A gente não inventa nada sobre o negócio de ninguém. Quando muda alguma coisa — agenda nova, o que chegou, o que acabou — você manda numa mensagem e entra nos posts da semana. Se não mandar nada, os posts saem do que já foi combinado: a grade não para pra esperar você.
Serve se você vende pra pessoa física e essa pessoa está no Instagram. O que postar toda semana resolve é diferente em cada tipo de negócio.
Três da tarde, a pessoa resolve que hoje corta o cabelo. Ela já te segue, só não vê seu nome faz três meses. É mais fácil ela lembrar de quem apareceu esta semana.
Padaria, barbearia, salão, pet shop, loja de roupa, oficina, mercearia, floricultura
Cliente de hora marcada some sem avisar. Não brigou, não reclamou: passou seis meses sem pensar em você porque nada apareceu pra lembrar. Quem aparece toda semana é mais difícil de esquecer.
Clínica, consultório, dentista, personal, advogado, arquiteto, contador
Ninguém passa na sua porta — o perfil é a loja. A pessoa chega pelo link, rola três telas e o último post é velho. Ela não tem como saber se você ainda vende. Quem posta toda semana não precisa provar que está aberto.
Curso online, mentoria, clube de assinatura, e-commerce, loja que vende por encomenda
Tem negócio em que isso rende pouco. Se quem te compra é outra empresa, se a venda passa por proposta ou licitação e se o Instagram está lá só pro perfil existir, esses R$200 rendem mais em outro lugar. Se for o seu caso, a gente fala na primeira conversa — e os 3 posts continuam de graça.
Um plano só. Mesmo preço, mesma entrega, todo mês.
Pix, uma vez por mês, depois que o mês começa. Sem cartão salvo e sem cobrança automática.
Não tem versão básica nem versão cara. É este plano aqui. E você não precisa mandar foto nem escrever nada: essa parte é a nossa.
A gente não responde comentário nem direct. Nenhum. Quem conversa com o seu cliente é você.
A gente não sabe seu preço de hoje, nem sua agenda, nem o que ficou combinado com quem perguntou semana passada — responderia errado no seu nome. Você sabe o nome da pessoa e sabe quem some e volta no mês seguinte. Isso não dá pra passar pra frente.
Também não tem fidelidade. Você avisa, termina o mês que já começou e a gente para no seguinte.
R$200 ÷ 16 posts = R$12,50 por post
Sozinho, você faz os mesmos 16 posts. Cada um é decidir o assunto, parar o que você está fazendo pra tirar a foto, escrever a legenda e lembrar de publicar na hora. Dezesseis vezes por mês, todo mês, quase sempre no dia mais corrido.
Dezesseis decisões e dezesseis interrupções. É esse o trabalho que muda de lado.
3 posts com a cara do seu negócio, de graça.
Antes de qualquer pagamento, a gente faz 3 posts com a cara do seu negócio e te mostra prontos. Você olha e diz se é isso.
Se não for, acabou ali. A gente não insiste, não fica mandando mensagem no mês que vem. Se um dia você quiser voltar, é só chamar.
Manda o @ no WhatsApp. Pra ver os 3 posts você não paga nada e não passa senha nenhuma.
Os 3 posts de graça vêm antes de tudo isto. Se você gostar, começa assim.
São uns dez minutos no WhatsApp: o que você vende, quem compra, como você fala com essa pessoa e o que não pode aparecer de jeito nenhum — preço que você não divulga, promoção que já acabou, assunto que não é a cara da casa. Com isso a gente já começa. O resto vem no caminho: você fala o que gostou e o que não gostou, e o mês seguinte já sai mais com a sua cara.
Você abre um link do próprio Instagram e autoriza a publicação. A senha continua só sua, e quando quiser cortar você desautoriza sozinho pelo app, sem pedir nada pra gente. Funciona com perfil comercial ou de criador: se o seu ainda é pessoal, a troca é de graça, leva dois minutos no próprio Instagram e a gente mostra como.
Daí em diante são 4 posts por semana, nos dias e horários combinados, cada um com imagem e legenda feitas aqui, pro seu negócio. Você não precisa lembrar de nada nem aprovar post por post, e se quiser ver antes de ir ao ar, é só pedir. Se quiser mudar alguma coisa, manda mensagem.
A gente é um time pequeno. Cada foto e cada legenda passa por uma pessoa antes de ir ao ar, e isso limita quantos negócios dá pra atender ao mesmo tempo. A gente atende um número limitado por mês; se não couber o seu, você fica sabendo antes de pagar qualquer coisa, em vez de a gente pegar cliente demais e entregar post morno.
Quem responde no WhatsApp já conhece o seu negócio. Você manda “tira o preço do post de amanhã” e quem lê já sabe qual é o post e por que o preço não podia estar ali.
Não. Você autoriza pelo link oficial do Instagram e senha nenhuma sai da sua mão. Publicar no seu perfil não é entrar na sua conta.
Não. A gente não responde comentário nem direct: a gente escreve e publica, e a conversa com o seu cliente continua sua. Quem sabe responder preço, prazo e reclamação é você.
Manda mensagem que a gente refaz, sem custo e sem cara feia. Se o jeito de falar não é a cara do seu negócio, a gente anota e os próximos já saem diferentes — é só avisar antes do dia de publicar. E se você prefere ver tudo antes, a gente manda na véspera e espera o seu ok até a hora combinada; se a resposta não vier, o post sai como está. A data é a única coisa que a gente não deixa cair.
Não é obrigatório, mas ajuda muito: foto do produto, da loja, de quem trabalha com você. Manda o que já tiver no celular, do jeito que está — com foto sua, o post fica com a cara da casa. Sem foto sua, a imagem não é do seu balcão: é uma imagem montada aqui pro assunto do post, e você vê antes de ir ao ar. Ninguém vai até a sua loja fotografar.
Não. O que entra na semana sai do que você contou: o que você vende, quem compra e como você fala com essa pessoa. Duas padarias da mesma rua não vendem a mesma coisa nem falam igual, e o post sai disso.
Porque 4 por semana é o que dá pra manter todo mês, com foto e legenda feitas pro seu negócio, uma por uma. São 16 por mês e 192 no ano. Um por dia é fácil na primeira semana e insustentável na quarta, e a gente prefere prometer o que aguenta janeiro e novembro.
Quase nunca tem, e não precisa ter. O mês se monta com o que já existe: o que você vende e como é feito, o que chegou e o que acabou, horário e agenda, quem trabalha com você, e o que as pessoas mais perguntam antes de comprar. Novidade é o que enche uma semana; os outros quinze saem do negócio funcionando.
Você avisa e a gente tira do ar na hora e refaz. No começo a gente pergunta o que não pode aparecer de jeito nenhum — preço que você não pratica mais, promoção vencida, horário antigo — e isso fica valendo. Se preferir conferir tudo antes, é só dizer que a gente passa a mandar cada post pro seu ok.
Porque é um plano só e sem tudo o que encarece agência: sem reunião de alinhamento, sem relatório mensal, sem deslocamento até a sua loja e sem responder comentário nem direct. O que sobra é o que você contrata: dezesseis posts por mês, prontos e no ar no dia combinado. É por isso que cabe em R$12,50 por post.
Então a parte difícil você já resolveu. Se essa pessoa está dando conta e o perfil anda toda semana, não troca. A gente serve pra quem está sozinho nisso, ou pra quem já pagou alguém e mesmo assim viu o perfil parar.
O primeiro post pode sair na mesma semana da primeira conversa. Não tem mês de preparação nem papelada pra preencher.
Pode. Não tem fidelidade e não tem taxa de entrada. Você avisa, a gente para no mês seguinte e acabou. Ninguém vai te segurar no telefone.
Você manda o @, a gente olha o seu perfil e faz 3 posts com a cara do seu negócio pra você ver prontos, de graça, antes de pagar qualquer coisa. Mandar o @ não dá acesso nenhum à sua conta, e se você não gostar, acaba ali.
Mandar meu @ no WhatsAppOs 3 posts são de graça. Depois, R$200 por mês — R$12,50 por post — sem taxa de entrada e sem fidelidade.